O cidadão deve assumir o papel de controlador último de todos os poderes constituídos da República e, especialmente no que concerne à atuação dos tribunais de contas, dizem os advogados Rubens Naves e Guilherme Amorim Campos da Silva em artigo publicado na revista do revista do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro (TCMRJ).
Naves e Amorim saúdam a iniciativa de criação do Conselho Nacional dos Tribunais de Contas, mas advertem que, para cumprir efetivamente a sua função, a nova entidade deverá evitar os erros cometidos no âmbito do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público.